sexta-feira, 28 de novembro de 2008



Horóscopo para dezembro, leoninos!

Cultive o amor, a generosidade, a alegria. Dezembro representa a oportunidade de contatar o seu lado criança abrindo o coração. Tem início uma longa fase que se estenderá pelos próximos anos em que haverá transformações no trabalho no cotidiano nos hábitos na atenção à saúde, revelando a necessidade de contatar o próprio poder e fazer um melhor uso de suas habilidades. É importante estar aberto às mudanças emocionais e na vivência da intimidade e da sexualidade e como compartilha seus sentimentos percepções e recursos.

LINKS!

10 dicas para fazer quem não gosta de filmes de terror assistir a um deles com você.

O cara que faz a voz do narrador de Mortal Kombat fez frases novas para um blog aí... destaque para OBAMA WINS, FLAWLESS VICTORY e FORGIVE HIM!

Mônica e Cebolinha vão se beijar na nova série da Turma da Mônica Jovem. Já se espera o desvirginamento lá pela décima edição!

E quem quiser ler um quadrinho da nova fase da Mônica, é só visitar o http://www.turmadamonicajovem.com.br/turmadamonicajovem. Você verá que a Mônica não é mais baixinha e gorducha, que o Cascão toma banho, que a Magali faz dieta e que o Cebola se curou da dislalia. Verá também que ficou bom!


Teoria dos Setênios! Muita coisa se encaixa agora!

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Olha só o que eu ouvi por aí: os Correios estão com um monte de cartas de crianças pobres, uns 17 milhões, e é só você ser o Papai ou Mamãe Noel delas.


É só pegar a carta e entregar o presente numa agência do correio até dia 20 de Dezembro. O próprio correio se encarrega de fazer a entrega.


Vamos lá?

quarta-feira, 26 de novembro de 2008



Quem me conhece sabe que eu me interesso muito pólo assunto mortos-vivos, mas pouca gente sabe que eu sou quase que fascinado pelo assunto. Cada filme que eu vejo eu aprendo uma lição que eu utilizo na minha vida pessoal, sem contar as lições que eu aprendi para o advento de um apocalipse zumbi...

Eu acho engraçado e divertido o tema zumbi e acho arrepiante o que se faz com eles nos quadrinhos, aonde lê quem quere as pessoas que costumam fazer protestos não estão lá para dizer que bebês não podem ser repartidos como comida entre os próprios parentes, por exemplo.

Acho especialmente bom o filme que não explica o porquê da vinda deles. Explicar pra quê? Que explicação seria convincente, além de aceitar o óbvio e tentar sobreviver?

Vou repassar para vocês algumas das lições que eu aprendi em alguns filmes. Outras lições podem ser encontradas no livro do Max Brooks, em inglês, clicando aqui.

Em A Noite dos Mortos-Vivos, descobri que até uma ex-freira mata um morto-vivo se resolver sobreviver a qualquer custo, que você mira na cabeça e não erra pra fazer isso e que seria muito bom poder escolher os que estão presos no mesmo bastião de humanidade que você, uma vez que brigas internas podem - e irão - matá-los. Descobri que por mais ruim que seja o seu barraco , é ele que permite que você descanse, coisa que não pode fazer em campo aberto, mas não invente de descer ao porão: o melhor é ir pro sótão e ficar quieto, esperando socorro. Melhor que isso, só com uma bela e boa fortaleza.

Lição pra vida: inimigo do meu inimigo não é necessariamente meu amigo.

Em Dia dos Mortos, percebi que se a situação dos mortos-vivos se tornar uma calamidade mundial, pouca coisa poderá ser feita além de se sentar no seu refúgio e aguardar – tipo, por uns 30 anos – que o evento bizarro acabe e poder sair por aí de novo. Mesmo se você tiver uma fortaleza, vai precisar procurar comida, água e remédios em algum momento, sem contar com a já batida e debatida história de que os inimigos podem estar mais perto do que você pensa, e gente desesperada com armas na mão e treinamento militar pode ser o pior problema.

Lição pra vida: não fresque com gente armada ou poderosa.

Em Madrugada dos Mortos aprendi que um shopping tipo prédio alto, com escadas bloqueadas ou destruídas e elevador funcionando apenas para você pode ser um ótimo lugar para se ficar. Você encontrará comida, bebida, abrigo, diversão e muito mais. Haverá um gerador elétrico por ali, guloseimas, videogames e livros. Se a internet não caiu, ou a TV a cabo, você pode inclusive fazer de conta que é domingo e “passar o dia em casa”. Só não me invente de botar pra dentro cada sobrevivente que encontrar, pois isso é porta aberta para problemas. No filme, se os seguranças não tivessem deixado passar o grupo da enfermeira em primeiro lugar, estariam até hoje por lá.

Lição para a vida: mesmo em momentos de stress e depressão, frente a problemas sem solução, o melhor é tentar se divertir, pois a angústia não resolve nada.

Com Terra dos Mortos eu aprendi que as pessoas tendem a se acostumar com tudo e inclusive anseiam por gente mandando nelas. Isso faz a vida mais simples e há a sensação de segurança e de missão cumprida, coisa que eu raramente experimentei na minha vida de pensador livre independente, questionador vagabundo do status quo. Se o mundo acabasse em um apocalipse zumbi e um cara conseguisse arrumar uma cidade para eu morar, eu estaria lá, mas acabaria sendo um dos comunistas revolucionários se percebesse que ele iria ser terrivelmente arbitrário com as pessoas.

Lição para a vida: periferia é periferia, em qualquer lugar. Capitalismo é fogo!

Em The Evil Dead, descobri que se cadáveres sem alma ambulantes são ruins, cadáveres ambulantes endemoninhados são piores ainda!

Lição pra vida: Não vá pra uma cabana ou sítio no meio do nada sem ter alguém no seu grupo que conheça o dono.

Em Todo Mundo Quase Morto vi um homem comum de verdade, daqueles que não aprende a atirar de uma hora pra outra, que prefere ver televisão a fazer exercícios, que é um fracassado como eu, que trabalha em um emprego que mal o mantém, que chora quando está deprimido, que acabou de levar um chute da namorada por ser um ninguém dependente e que tem um amigo em ascensão e outro ainda mais por baixo que ele, e que é mais solidário com o que é mais sem-noção, como eu geralmente faço, dar a volta por cima por cima durante uma infestação zumbi. Não só ele resolveu o problema da segurança, como conseguiu pegar os entes queridos (e até os não queridos) no caminho, coisa que não se deve fazer, com sucesso, se tornando um homem de verdade, um líder, um macho alfa. Visto por esse prisma o filme, parece impressionante, mas muitos não gostaram, sei lá por quê. A lição que se tira do filme é que a gente tem de fazer o que precisa ser feito, e um cara que praticou o desapego a vida inteira pode ser um verdadeiro herói quando a única coisa que importa é ameaçada.

Lição pra vida: Mulheres querem homens de verdade. Se você não é um deles, cedo ou tarde vai ser deixado pra trás.

O REC foi o último desses filmes que eu vi. Nele eu vi coisas que eu já sabia e que se repetem em outros filmes, tais como a ignorância matar, o ser humano tentar racionalizar tudo, a busca por bodes expiatórios e o fato de que, se repórter é mesmo tudo doido, os câmeras são foda! Mas lá eu vi uma coisa a mais, que raramente se mostra nos filmes americanos, e que eu acredito, do fundo do meu coração: o governo sabe de tudo, e tem planos de contingência para essas coisas.

Lição pra vida: não se meta no trabalho dos outros, principalmente se for um trabalho perigoso.

terça-feira, 25 de novembro de 2008


Dia chato ontem, pouco vontade durante o final de semana.


Não houve jogo no domingo e no sábado eu não consegui nem ir ao aniversário de um amigo, nem praticar budo taijutsu e nem assistir ao filme que eu queria, mas vi REC na sexta, coisa que eu recomendo.

Descobri que o REC tem um ano, que o Quarentena é o remake.

O Domingo só não foi perdido porque recebi dois grandes amigos em casa e no sábado de madrugada eu fui pra casa de outro. O que seria da gente sem os amigos? Quando um fura com a gente a gente vai atrás de outro.

Estive pensando em fazer uma retrospectiva do ano de 2008, coisa que eu nunca fiz num blog. Acho que vai ser algo tendencioso, pois eu não irei escrever sobre as coisas boas com boas emoções, se sei que elas acabaram mal meses depois, mas vou fazer assim mesmo, lá pelo mês de dezembro. Vai levar uns dias, mas vai valer a pena. Vai ser como um balanço, e penso que o saldo foi positivo, mesmo.

Blog novo bem aqui.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008



Estou mestrando All Flesh Must Be Eaten, um jogo em que você é um daqueles desgraçados que tiveram a sorte duvidosa de sobreviver quando os mortos retornaram recomeçaram a andar e passaram a se alimentar dos vivos. O jogo tem como ambientação Manaus, Terra dos Barés, dos Igarapés, rios colossais. Está tudo simplificado, mas claro que eu não iria escrever cada coisa que rolou lá em várias sessões de mais de duas horas de jogo. Trata-se de um resumo, se quiser se divertir de verdade e saber o que mais rola numa sessão de jogo, venha jogar com a gente.

O que aconteceu até aqui:

Quarta-Feira de Cinzas - Dois amigos se encontrar para ir à casa de um terceiro amigo, mas chegando lá descobrem que ele não está. Quando voltam pra casa, encontram na Select próxima ao Tocantins um bando de pessoas feridas. Como um é policial e o outro um paramédico, descem para ajudar, mas são atacados. Fogem de carro e sem ferimentos. O policial descobre que o rádio da polícia está congestionado e que não deve ir ao posto em frente ao Centro de Convenções. Resolvem ir à um posto policial no São Jorge, mas lá há uma barricada de carros, vários policiais feridos e mais um monte de presos doentes e furiosos. Com o passar do tempo, descobrem que os mortos retornaram e estão se alimentando dos vivos. Encontram ainda sobreviventes, um carro novo para rodarem e descobrem a resistência do exército, que cai no mesmo dia. Junto com eles estão dois garotos que estavam fazendo o treinamento obrigatório do exercito. Descobrem ainda que há mais de um tipo de morto-vivo e que há um tipo de líder entre eles. Fogem para os bairros mais afastados.

Quinta-Feira - Encontram uma garota que é medalhista olímpica em tiro. Esta se junta à eles e depois encontram ainda mais um sobrevivente, um menino que sabia passar despercebido por entre os monstros. Perdem seu carro e mais dois outros carros que arrumam depois destes. Terminam retornando à casa do seu amigo no Dom Pedro I, onde encontram um livro sobre mortos-vivos e informações anotadas sobre o que o dono do livro entendia serem indícios da infestação dos zumbis. Um dos garotos do exercito foi atingido por um fragmento de osso contaminado e se torna um morto-vivo, mas este já estava amarrado. A casa começa a acumular mortos do lado de fora, assim, a atiradora o paramédico vão à uma casa vizinha e atraem os monstros, enquanto o resto do grupo passa para a casa do outro lado, encontra mais um sobrevivente e pegam dois carros. Fogem para o São Raimundo na esperança de pegar um barco para fora deste inferno. Eles pegam o barco, mas como ocorre uma falha mecânica o barco fica desgovernado e bate contra uma estação de abastecimento no meio do Rio Negro e afundariam, se não fossem resgatados pelos sobreviventes que lá estão. Estes sobreviventes estão sujos de sangue, mas não-infectados. Com o passar das horas, percebem que eles podem ser tão perigosos quanto os mortos-vivos e decidem partir, mas como?

Sexta-Feira – Nossos amigos percebem na madrugada que há um barco navegando próximo, com as luzes apagadas e motor desligado. Atraem o barco com lanternas e embarcam, deixando os sobreviventes do posto dormindo bêbados. Dentro do barco estão perto de vinte pessoas, mas sete estão infectadas e o único que sabe navegar está exausto, acordado e navegando por dois dias. Pela manhã, com o policial tentando pilotar, o maior dos infectados se levanta como morto-vivo e parte para o ataque, mas é derrubado. Logo todos os outros são destruídos, mas o pessoal do barco, parentes e amigos dos mortos, têm de ser apaziguados. Decidem ir para Anamã, pois ouviram falar de uma pista do por que dos mortos andarem novamente. Em um flutuante encontram uma menina de treze anos e sua bisavó, de oitenta e poucos. Dentro do barco, a velha senhora tem uma nova teoria: tudo começou na Quarta-Feira de Cinzas, então, tem a ver com a Quaresma.

Sábado – Chegando à Anamã, encontram a cidade estranhamente quieta. Só há um cachorro por lá, o que é bom sinal, pois não há nem mesmo moscas aonde há mortos-vivos. Seguem andando pela rua que sai do porto e percebem que o cachorro os quer levar para algum lugar. Encontram uma garota de dezessete anos trancada em uma casa. Ela foi trancada pela mãe, que fugiu pelo rio sem lhe levar por motivo desconhecido, deixando-a desidratada e faminta. Depois de cuidada, diz que os mortos foram todos em direção ao Centro da cidade, de maneira organizada e ordeira. Nossos heróis têm mais perguntas que respostas nas mãos...



Eu gostaria de ter o que dizer no Dia da Consciência Negra, mas descobri que não tenho idéia do que comentar.


Ninguém nem sequer parece lembrar-se disso por aqui, em Manaus.


Não vi nada pelas ruas, não vi nada em especial na TV, ninguém lembra, por exemplo, o porquê da data, 20/11. É aniversário da morte do Zumbi dos Palmares.


Não vou dizer que metade dos brasileiros tem sangue de negro, sem contar com os que são negros mesmo.


Não vou dizer que a média de salário deles é metade da do resto dos brasileiros.


Não vou dizer que todos querem ter uma mulata na cama, mas filho negro ninguém quer.


Não vou dizer que não há nada para dizer pra um negro no dia deles, como “feliz Dia da Consciência Negra”.


Como diria o Chuck Norris: “Se você não tem nada de bom para dizer, é melhor não dizer nada!”.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008



Saca só o que eu recebi por correio eletrônico:

O zelador de um prédio em Natal/RN, pediu à administração do condomínio onde trabalhava que o demitissem.


Contou o motivo: tem dois cunhados desempregados, lá mesmo em Natal, e que, por conta da Bolsa Escola, Cartão Cidadão, Cartão Alimentação, Vale Gás, Transporte Gratuito, Vale-Refeição (acreditem -Vale-Refeição) e demais benefícios do nosso governo, dadas a título de esmola, vivem melhor que ele.


Aí paramos e fomos fazer umas continhas:


1. Bolsa escola - R$ 175 para cada filho que freqüente as aulas (suponhamos que sejam apenas dois) = R$ 350,00 (em dinheiro);


2. Cartão cidadão (cujo intuito é restituir a cidadania) = R$ 350,00 (em Dinheiro);


3. Vale gás (um por mês) = R$ 70,00;


4. Transporte (calculamos 4 passagens diárias, que é uma boa média) R$8,00/dia x 20 dias = R$ 160,00;


5. Vale refeição (um por dia) R$ 3,50/dia x 30 dias x 4 pessoas (ele a Esposa e os dois filhos) = R$ 420,00;


Total em dinheiro - R$ 700,00

Total em serviços - R$ 650,00

Total mensal - R$ 1.350,00


Obs.1 : O salário do zelador acrescido de horas extras e tudo mais girava em torno de R$ 830,00/mês.

Obs.2: Tudo isso é o estabelecido pela *LEI No 10.836, de 09 DE JANEIRO DE 2004*.



Duvida? Consulte!


http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2004-2006/2004/Lei/L10.836.htm


Como o zelador tem três filhos em idade escolar, para ele é vantajoso ficar desempregado e ter esses benefícios.

Seu 'salário desemprego' irá girar em torno de R$ 1.525,00, quase o dobro do que ganha trabalhando.


Como diria o Boris Casoy (expurgado da TV por se opor ao Lula): 'ISTO É UMA VERGONHA!'.



Sabe quem paga por isso? NÓS, os 'OTÁRIOS' que damos um duro danado e passamos restrições que só nós sabemos?



Distribuir a renda, correto, mas isso é ESMOLA em exagero. Porque você acha que o Nordeste em peso votou no Lula?

Isso é besteira! Esses benefícios não funcionam assim, vão por mim. Eu sou pobre e já morei no São José, Zona Leste de Manaus. Quando um pobre sabe de um negócio desses, avisa para todos e todos vão lá e fazem igual.

Quem votou em peso no Lula foi o Amazonas. Ele deve ganhar o senado por aqui, junto com o Eduardo Braga. Por isso o Governador tem sido legal com os funcionários públicos.

Isso é o mesmo que dizer que se você mata um mico-leão dourado e é pego por um fiscal, é melhor matar logo o fiscal, porque a pena por matar gente é passível de fiança.

O que acontece é que um fiscal nunca vai te pegar no mato matando um mico, pois é muita mata para pouco fiscal. O fiscal te pega quando você tenta repassar a mercadoria, num lugar com gente demais para você inventar de passar fogo nele.

Todo engenheiro florestal que trabalhou no mato algum tempo já comeu macaco. Normalmente a gente nem vê que macaco está sendo morto...

Essas histórias são ouvidas e repassadas sem critério ou reflexão, não acredite nessas coisas. E já que a gente está falando de besteira repassada por Internet, quebre todas as correntes que você encontrar, por favor.